Mais de 143 mil jovens aprendizes foram contratados de janeiro a abril

Julia Buonafina da Agência Brasil
Foto: Planej
O Brasil registrou mais de 143 mil novos jovens aprendizes contratados desde janeiro até abril deste ano. De acordo com dados divulgados hoje (7), em Brasília, pelo Projeto de Inserção de Aprendizes no Mercado de Trabalho, do Ministério do Trabalho, houve uma leve redução em relação às contratações no mesmo período do ano passado, quando foram 145,09 mil.

A auditora fiscal Taís Arruti Lyrio Lisboa, responsável nacional pelo projeto, explicou que a tendência é de crescimento no restante do ano, já que a economia do país está dando sinais de recuperação e os auditores-fiscais do trabalho vêm atuando diariamente para expansão dos números.

Entre os estados, o maior total de contratações de aprendizes até abril ocorreu em São Paulo (37,62 mil contratos), seguido por Minas Gerais (17,70 mil), Rio Grande do Sul (12,98 mil), Santa Catarina (12,15 mil) e Rio de Janeiro (10,38 mil).

Os setores que mais contrataram foram a indústria de transformação, comércio e reparação de veículos, serviços sociais e de saúde. “Essas contratações ajudam a aumentar a inclusão social por meio do primeiro emprego para os mais jovens e da contribuição para a formação dos futuros profissionais do país”, afirmou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira.

Indústria e comércio

Os números dos quatro primeiros meses foram puxados pelos setores de indústria de transformação (43,75 mil contratos), comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (32,59 mil); saúde humana e serviços sociais (15,54 mil); e outras atividades de serviços, com 11,66 mil jovens aprendizes. Juntas, essas quatro áreas responderam por 103,54 mil contratações, mais de 72% do total.

Segundo o ministro Ronaldo Nogueira, a portaria regulamentando o Decreto 8740/2016, que trata da contratação de aprendizes, fará com que o Brasil alcance cada vez mais aprendizes. O decreto permite a contratação de jovens por empresas de setores insalubres, desde que eles exerçam a parte prática na entidade formadora ou instituição concedente.

De acordo com o Ministério do Trabalho, em 2015, 403 mil adolescentes foram inseridos no mercado de trabalho por meio de programas de aprendizagem e mais de 50% deles permaneceram na empresa após a conclusão do contrato.


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