Frigorífico de aves se instala no Paraná com investimento de R$ 200 milhões



O Paraná foi escolhido para receber um novo investimento no setor de aves, que deve consolidar ainda mais a posição do Estado de primeiro produtor e exportador de frangos do País. O novo frigorífico será instalado no município de Piraí do Sul, nos Campos Gerais, com meta de abate de até 400 mil aves por dia a partir do terceiro ano de sua implantação, que deve ocorrer em 2017. O investimento previsto é de R$ 200 milhões.


O início do projeto foi comunicado nesta quinta-feira (21) pelos dirigentes da Câmara de Comércio e Indústria Brasileira (CCIBRA) e GMH do Brasil ao secretário da Agricultura, Norberto Ortigara. Ele se reuniu com o diretor-presidente da Câmara de Comércio, Ghassan Saab, e o sócio da GMH, Mahmoud Saab, também diretor da operacional da CCIBRA.



Os investimentos incluem a instalação da planta industrial, fábrica de ração, incubatório e matrizeiros. Segundo Ghassan Saab, esta será uma planta extremamente moderna com quase todos os processos industriais automatizados, do corte à desossa. Haverá também um setor com raio-x para detectar a presença de resíduos com micro-ossos nas carnes, detalhou.



Saab justificou que a automação atende aos anseios do grupo de produzir produtos de qualidade. Outra preocupação em relação à planta industrial é a harmonia com o meio ambiente. Por isso, todos os processos instalados visam garantir a sustentabilidade, acrescentou.



Mesmo com automação, a previsão é que o empreendimento deve criar 1.300 empregos diretos e cerca de 5.000 empregos indiretos, com a instalação do frigorífico e mais 300 aviários que vão funcionar em sistema de integração. Cada aviário deverá ter capacidade para alojamento de 18 mil a 30 mil aves.



O novo frigorífico priorizará atender o mercado externo, em particular o público muçulmano presente nos Estados Unidos e Mercado Comum Europeu. Conforme o cronograma apresentado, o frigorífico vai abater 100 mil aves por dia no primeiro ano de atividade, 200 mil no segundo e 400 mil aves/dia no terceiro ano do empreendimento.



Os produtos do frigorífico serão comercializados com a marca Brazileh, registrada há cerca de cinco anos para atender o público muçulmano. A previsão de faturamento do grupo é de R$ 20 milhões no primeiro ano de funcionamento, de R$ 40 milhões no segundo ano e de R$ 160 milhões a partir do terceiro ano de atividade.



SANIDADE – Para o secretário Norberto Ortigara, a atração deste investimento é reflexo das ações em sanidade em execução pelo governo do Paraná. O Estado já é o maior produtor de frango do País com abate superior a 5 milhões de aves por dia, em cerca de 37 frigoríficos instalados.



“Estamos preservando esse ativo valioso, com a estruturação dos serviços sanitários exigidos no mercado internacional”, afirmou. Segundo Ortigara, o governo do Estado criou a Adapar há cerca de três anos para ampliar a vigilância sanitária. Agora, está reforçando esta estrutura com a contratação de mais técnicos aprovados em concurso público.



Ortigara destaca que a produção de aves é uma atividade que cresce no Paraná. “Está comprovado que onde essa atividade se instala, ela muda a realidade socioeconômica do local, com benefícios como geração de emprego e renda nas regiões que sediam essas plantas”.

O Paraná foi escolhido para receber um novo investimento no setor de aves, que deve consolidar ainda mais a posição do Estado de primeiro produtor e exportador de frangos do País. O novo frigorífico será instalado no município de Piraí do Sul, nos Campos Gerais, com meta de abate de até 400 mil aves por dia a partir do terceiro ano de sua implantação, que deve ocorrer em 2017. O investimento previsto é de R$ 200 milhões.

O início do projeto foi comunicado nesta quinta-feira (21) pelos dirigentes da Câmara de Comércio e Indústria Brasileira (CCIBRA) e GMH do Brasil ao secretário da Agricultura, Norberto Ortigara. Ele se reuniu com o diretor-presidente da Câmara de Comércio, Ghassan Saab, e o sócio da GMH, Mahmoud Saab, também diretor da operacional da CCIBRA.

Os investimentos incluem a instalação da planta industrial, fábrica de ração, incubatório e matrizeiros. Segundo Ghassan Saab, esta será uma planta extremamente moderna com quase todos os processos industriais automatizados, do corte à desossa. Haverá também um setor com raio-x para detectar a presença de resíduos com micro-ossos nas carnes, detalhou.

Saab justificou que a automação atende aos anseios do grupo de produzir produtos de qualidade. Outra preocupação em relação à planta industrial é a harmonia com o meio ambiente. Por isso, todos os processos instalados visam garantir a sustentabilidade, acrescentou.

Mesmo com automação, a previsão é que o empreendimento deve criar 1.300 empregos diretos e cerca de 5.000 empregos indiretos, com a instalação do frigorífico e mais 300 aviários que vão funcionar em sistema de integração. Cada aviário deverá ter capacidade para alojamento de 18 mil a 30 mil aves.

O novo frigorífico priorizará atender o mercado externo, em particular o público muçulmano presente nos Estados Unidos e Mercado Comum Europeu. Conforme o cronograma apresentado, o frigorífico vai abater 100 mil aves por dia no primeiro ano de atividade, 200 mil no segundo e 400 mil aves/dia no terceiro ano do empreendimento.

Os produtos do frigorífico serão comercializados com a marca Brazileh, registrada há cerca de cinco anos para atender o público muçulmano. A previsão de faturamento do grupo é de R$ 20 milhões no primeiro ano de funcionamento, de R$ 40 milhões no segundo ano e de R$ 160 milhões a partir do terceiro ano de atividade.

SANIDADE – Para o secretário Norberto Ortigara, a atração deste investimento é reflexo das ações em sanidade em execução pelo governo do Paraná. O Estado já é o maior produtor de frango do País com abate superior a 5 milhões de aves por dia, em cerca de 37 frigoríficos instalados.

“Estamos preservando esse ativo valioso, com a estruturação dos serviços sanitários exigidos no mercado internacional”, afirmou. Segundo Ortigara, o governo do Estado criou a Adapar há cerca de três anos para ampliar a vigilância sanitária. Agora, está reforçando esta estrutura com a contratação de mais técnicos aprovados em concurso público.

Ortigara destaca que a produção de aves é uma atividade que cresce no Paraná. “Está comprovado que onde essa atividade se instala, ela muda a realidade socioeconômica do local, com benefícios como geração de emprego e renda nas regiões que sediam essas plantas”.


Pauta Paraná

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