Mal da vaca louca: risco de carne bovina brasileira é pequeno

Danilo Macedo
Repórter da Agência Brasil
 

Brasília – A Assembleia Mundial de Delegados da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) confirmou hoje (28) a manutenção do status sanitário do Brasil como de “risco insignificante”, o mais baixo que pode ser atribuído, para a Encefalopatia Espongiforme Bovina, conhecida como mal da vaca louca. A decisão, anunciada em reunião plenária, confirmou o parecer técnico da Comissão Científica da OIE, que, em fevereiro deste ano, concluiu que o caso identificado no Paraná não representou risco à saúde pública e animal do país, nem de seus parceiros comerciais.
Segundo o Ministério de Relações Exteriores, o governo forneceu todas as informações disponíveis sobre o caso e prestou esclarecimentos, o que levou à decisão de hoje. Em nota, o ministério informou que foram realizadas gestões por meio da rede de 139 embaixadas do Brasil no exterior, de debates em organismos internacionais e do envio de missões a diversos países para discutir relatórios técnicos sobre o caso.
Ao todo, 17 países e territórios anunciaram algum tipo de restrição a produtos brasileiros de origem bovina. O governo informou que, com a decisão tomada hoje, espera que se normalize plenamente o comércio de carne bovina com os parceiros comerciais que impuseram restrições ao produto brasileiro.
Edição: Nádia Franco
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